Especialistas apontaram, na Comissão de juristas que estuda inteligência artificial, que a fiscalização dos programas inteligentes deve ser feita já na fase de desenvolvimento. Os debatedores disseram que os grupos mais expostos a erros e manipulação de informações são crianças e pacientes. Por isso, nessas áreas sensíveis, os princípios éticos devem nortear a tecnologia desde a concepção. O colegiado discute a elaboração de uma alternativa a três projetos de regulamentação em análise no Senado (PL 21/2020, PL 5051/2019 e PL 872/2021).
Fonte: Agência Senado
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