A comissão de juristas que analisa a regulamentação da inteligência artificial debateu nesta quinta-feira (12) formas de evitar com que a tecnologia reproduza padrões excludentes e de discriminação. Os especialistas defenderam o uso dos programas inteligentes no setor público, mas somente depois de um estudo do impacto social dessas novidades, para coibir a discriminação de grupos vulneráveis, como minorias raciais, crianças, idosos e pessoas com deficiência. Os debatedores lembraram que já houve erros e exclusão no Brasil, por exemplo, na distribuição do auxílio emergencial.
Fonte: Agência Senado
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