Foi adiada para a próxima semana a votação do projeto que altera as regras de contratação de assessoria de imprensa e de relações públicas e inclui os serviços de comunicação digital. O relator, Eduardo Gomes (PL-TO), argumenta que o menor preço traz gastos porque as empresas contratadas não são habilitadas. Os contrários à proposta citaram o aumento dos gastos com publicidade em ano eleitoral. Ao defender que as novas regras só valessem em 2024, Jean Paul Prates (PT -RN) disse que o projeto é casuístico por beneficiar o presidente Bolsonaro com propaganda nas redes sociais com dinheiro público.
Fonte: Agência Senado
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