O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), anulou uma decisão da Justiça do Trabalho de Minas Gerais que reconheceu vínculo de emprego entre um motorista de aplicativo e a plataforma Cabify.
No entendimento de Moraes, a decisão descumpriu precedentes do Supremo sobre a matéria. Para o ministro, a relação entre o motorista e a empresa é comercial e se assemelha aos casos de transportadores autônomos.
“A interpretação conjunta dos precedentes permite o reconhecimento da licitude de outras formas de relação de trabalho que não a relação de emprego regida pela CLT, como na própria terceirização ou em casos específicos”, entendeu o ministro.
No processo, a plataforma argumentou que serviço dos motoristas não se enquadra como veículo empregatício. No entendimento do Cabify, o profissional dirige para clientes cadastrados, sem exigência mínima de faturamento e número de viagens.
Fonte: Agência Brasil
- Conselheiro da Comissão de Anistia defende que empresas ressarçam Estado por apoio à ditadura
- Regras do período de defeso eleitoral começam a valer neste sábado
- Alexandre de Moraes mantém prisão domiciliar de Bolsonaro
- AGU notifica Google para remover perfis que promovem apostas ilegais
- STF agenda para 19 de agosto julgamento sobre sucessão no governo do Rio de Janeiro
