O último mês de junho foi o mais quente já registrado em todo o mundo em termos de temperatura do mar e do ar, de acordo com informação do Copernicus Climate Change Service, apoiado pela União Europeia (UE).
“Junho foi o mês mais quente globalmente, com pouco mais de 0,5°C acima da média de 1991-2020, superando junho de 2019 – o recorde anterior – por uma margem substancial”, disse o relatório do Copernicus.
O órgão baseia suas conclusões em análises geradas por computador, usando bilhões de dados de satélites, navios, aeronaves e estações meteorológicas em todo o mundo.
Copernicus disse que a Europa registrou temperaturas recordes durante o mês, enquanto partes da América do Norte, Ásia e Leste da Austrália ficaram significativamente mais quentes do que o normal para a época do ano.
A temperatura do mar atingiu novo recorde em junho, devido a mudanças de longo prazo e em parte devido ao El Niño, fenômeno climático natural que alimenta os ciclones tropicais no Pacífico e aumenta as chuvas.
- Marinhas brasileira e francesa fazem exercício na costa do Rio
- Brasileiros estavam em flotilha interceptada por militares israelenses
- Drones ucranianos atingem instalações petrolíferas russas
- Morte de brasileiros evidencia rotina de ataques no Líbano, afirma jornalista
- Família brasileira morta por Israel buscava pertences no Sul do Líbano
“Anomalias excepcionalmente quentes na temperatura da superfície do mar foram registradas no Atlântico Norte. Ondas de calor marinhas extremas foram observadas na Irlanda, no Reino Unido e no Mar Báltico”, informou o relatório.
O gelo do mar antártico atingiu a menor extensão desde o início das observações de satélite, 17% abaixo da média, e quebrou o recorde anterior de junho, acrescentou o Copernicus.
*É proibida a reprodução deste conteúdo.
Fonte: Agência Brasil
