O Departamento de Estado dos Estados Unidos ordenou na quinta-feira (27) que funcionários do governo que não sejam essenciais e seus familiares deixem o Haiti o mais rápido possível, citando “sequestros, crimes, distúrbios civis e infraestrutura de saúde precária”.
O órgão disse que os cidadãos norte-americanos que não trabalham para o governo também devem deixar o Haiti o mais rápido possível “por meio de transporte comercial ou outras opções de transporte privado disponíveis”.
“O sequestro é generalizado, e as vítimas incluem regularmente cidadãos americanos. Os sequestradores podem usar um planejamento sofisticado ou tirar proveito de oportunidades não planejadas, e até mesmo comboios foram atacados”, disse o Departamento de Estado em um aviso de viagem.
O Haiti tem lutado para conter a violência e o caos, já que as gangues fortemente armadas conduzem uma crise humanitária que desabrigou dezenas de milhares de pessoas em meio a frequentes sequestros com pedidos de resgate, estupros realizados por gangues, torturas e assassinatos.
O país caribenho não elegeu um novo líder desde que o presidente Jovenel Moise foi assassinado em 7 de julho de 2021.
- Defesa é desafio da política externa do Brasil, diz assessor de Lula
- G7: Lula cobrará apoio ao desenvolvimento e reforma da governança global
- Lula compara protestos no México às manifestações no Brasil em 2013
- Brasil assina acordo que permite perseguição policial além das fronteiras
- Três pessoas morrem no Quênia durante protestos contra centro dos EUA para ebola
*É proibida a reprodução deste conteúdo
Fonte: Agência Brasil
