A Secretaria de Saúde do Distrito Federal conta atualmente com 32.828 servidores em força de trabalho. São médicos, enfermeiros, técnicos em enfermagem, odontólogos, especialistas em saúde, analistas, técnicos e assistentes, entre outros profissionais, incluindo os que atuam na gestão. Isso significa que há quase 33 mil trabalhadores ativos atualmente, dedicados à população da capital do país. Desses, 83,3% (27.347) estão em contato direto com o paciente, na chamada linha de frente.
“O enfermeiro é o interlocutor e o principal agente catalisador das políticas e programas voltados para a saúde coletiva: na atenção, na gestão, no ensino, na pesquisa, no controle social e no fomento de ações educativas e de promoção da saúde”
Maria Leonor Gois, diretora de Enfermagem
“O trabalho é incansável, sempre com responsabilidade e excelência. O médico é marcado pelo compromisso com a vida, com o ser humano e com o bem-estar de todos aqueles que necessitam de atendimento”, ressalta.
Outro componente indispensável para o funcionamento da engrenagem da saúde é o profissional de enfermagem. “O enfermeiro é o interlocutor e o principal agente catalisador das políticas e programas voltados para a saúde coletiva: na atenção, na gestão, no ensino, na pesquisa, no controle social, bem como no fomento de ações educativas e de promoção da saúde dos indivíduos, famílias e comunidades”, afirma a diretora de Enfermagem (Dienf), Maria Leonor Gois.
Leonor menciona que, na área hospitalar, por exemplo, o profissional de enfermagem é o que mais tempo fica ao lado do paciente, tendo a “capacidade de observá-lo e considerá-lo como um todo e não apenas como mais um caso”. “Seja avaliando sinais vitais, administrando medicamentos, preparando e acompanhando exames, sendo o elo entre paciente e familiares, o enfermeiro promove conforto e segurança do usuário nos diversos níveis que a atenção hospitalar requer”.
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“Nestes dois anos de pandemia, vários servidores estiveram trabalhando presencialmente na sede da pasta. Sem eles, seria impossível contratar os hospitais de campanha, fazer aquisições de medicamentos e insumos, pagar os profissionais que estavam na linha de frente””
Jansen Rodrigues, secretário-adjunto de Gestão em Saúde
Na reabilitação, esse profissional ajuda o paciente a se tornar independente ao máximo possível dentro de suas condições. “Promove e incentiva o autocuidado através de orientações e treinamento de situações relacionadas às atividades básicas da vida diária, como comer, beber, vestir, andar, dormir, entre outras”, reforça a diretora da Dienf.
Processo de contratação
Para que o profissional da Saúde possa exercer seu ofício em prol da população, há, antes de mais nada, os processos de contratação. E toda aquisição de pessoal se inicia na Subsecretaria de Gestão de Pessoas (Sugep). O subsecretário Evillásio Ramos explica que as admissões se dão de acordo com a necessidade dos cargos e passam pelos setores que tratam de orçamento, finanças e despesas.
Em seguida, os processos são encaminhados para a Secretaria de Economia. “Após análise da viabilidade do processo, tem início a contratação da banca que será responsável pela realização do certame”, informa Evillásio.
“Destacamos que a realização de novos concursos públicos e contratações dependem de disponibilidade orçamentária e financeira e são definidas, autorizadas e publicadas conjuntamente entre as secretarias de Saúde, Economia e a Casa Civil. A finalidade é garantir o equilíbrio orçamentário e financeiro no âmbito do poder Executivo do Distrito Federal”, esclarece.
Para além dos 83% de servidores que estão na linha de frente, há outros 16% (5.478) atuando indiretamente em prol da população local. É o caso dos servidores lotados na sede da pasta, um grupo, composto por chefes, gerentes, supervisores, diretores, entre outros cargos.
O secretário-adjunto de Gestão em Saúde, Jansen Rodrigues, ressalta que, embora não estejam na assistência direta, esses trabalhadores são primordiais para a secretaria e para a população. “Nestes dois anos (de pandemia), vários servidores estiveram trabalhando presencialmente na sede da pasta”, afirma.
“Sem eles, seria impossível contratar os hospitais de campanha, fazer aquisições de medicamentos e insumos, pagar os profissionais que estavam na linha de frente. Eles fizeram um trabalho excepcional”, frisa o secretário-adjunto. E garante: “Sem eles, talvez a realidade atual em relação à covid não fosse essa que temos hoje, de praticamente fim da pandemia”.
*Com informações da Secretaria de Saúde do DF
Fonte: Agência Brasília
