O Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), gerido pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), foi selecionado para representar o Centro-Oeste no projeto-piloto do Programa de Avaliação de Prevalência Pontual de Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde.
Desenvolvida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em parceria com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos, a iniciativa integra os esforços nacionais voltados ao monitoramento das infecções hospitalares e ao aprimoramento contínuo da qualidade assistencial.
De acordo com a gerente de Vigilância e Monitoramento em Serviços de Saúde da Anvisa em Brasília, Magda Costa, a iniciativa representa um avanço importante para a saúde pública brasileira. “Há muitos anos tínhamos o desejo de realizar esse tipo de avaliação no Brasil. Com a parceria do CDC dos Estados Unidos, estamos tornando isso possível. Nosso propósito é prevenir infecções que possam agravar o estado de saúde dos pacientes internados”, destaca.
Como funciona
A coleta de informações para o desenvolvimento do programa ocorreu na última quarta-feira (23) e envolveu pacientes internados nas enfermarias, na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e na Unidade de Cuidados Intermediários do pronto-socorro. O levantamento considerou os 14 dias anteriores à análise, permitindo mapear possíveis infecções e as estratégias de tratamento e prevenção adotadas pelas equipes multiprofissionais.
- Incêndio atinge estabelecimento comercial no Setor de Clubes Esportivos Sul, em Brasília
- DF mobiliza 5 mil policiais para segundo turno e fecha Esplanada dos Ministérios
- Eleições no DF: veja quais serviços de saúde funcionam neste domingo (25)
- Dia Mundial de Combate à Poliomielite reforça importância da vacinação infantil no DF
- Transporte público será gratuito no DF no segundo turno; veja horários de ônibus e metrô
Para a infectologista do HBDF, Mariana Ramos, o programa é uma oportunidade de aprimorar ainda mais o trabalho do Núcleo de Controle de Infecção Hospitalar. “Estamos animados com o estudo, pois ele nos permitirá avaliar a efetividade das ações já implantadas e identificar novas estratégias para fortalecer o cuidado e a segurança dos pacientes”, afirma.
*Com informações do IgesDF
