O Rio Grande do Sul deve enfrentar chuvas intensas até a manhã de quarta-feira (26), conforme aviso do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Entre as áreas afetadas estão as regiões sudoeste, centro ocidental, sudeste e centro oriental do estado, além da região metropolitana da capital, Porto Alegre. 
Segundo o Inmet, os riscos potenciais incluem chuva entre 20 mm/h e 30 mm/h ou até 50 mm/dia e ventos intensos (40-60 km/h).
De acordo com o governo do estado, a baixa pressão ao longo desta terça-feira (25) reforça a instabilidade do tempo sobre a metade sul do Rio Grande do Sul, e temporais pontuais – com chuva moderada a forte acompanhada de trovoadas – não estão descartados.
Amanhã, com a formação de uma frente fria aliada a um ciclone sobre o Uruguai, as instabilidades se espalham pelo território gaúcho e há chance de temporais pontuais, ainda segundo o governo estadual. A tendência é que, com o afastamento do ciclone, o tempo volte a ficar firme na quinta-feira (27).
O Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) confirmou que, devido à formação de um ciclone extratropical na Região do Rio da Prata, há previsão de continuidade de chuva entre hoje e amanhã no sul do país, principalmente no centro-sul e oeste do Rio Grande do Sul, com possibilidade de pancadas localmente fortes, mas com baixa possibilidade de acumulados expressivos.
- Comissão aprova porte de arma para agentes de fiscalização ambiental
- Davi lamenta morte de Oscar Schmidt, ‘ícone do basquete brasileiro’
- STF derruba lei de Santa Catarina que proibiu cotas raciais nas universidades
- Comissão da Câmara aprova piso salarial de R$ 5,5 mil para assistentes sociais; texto pode ir ao Senado
- Vídeo: Davi Alcolumbre manifesta pesar pela morte de Oscar Schmidt
Sobre o risco de ocorrência de inundações, o Cemaden informou que, em função da passagem do ciclone ao sul do Rio Grande do Sul, mantém-se a atenção ao centro-sul do estado, mas com baixa probabilidade de ocasionar eventos hidrológicos, pois o fenômeno deve se deslocar na região do Rio da Prata.
Fonte: Agência Brasil
