A comissão de juristas que analisa a regulamentação da inteligência artificial debateu nesta quinta-feira (12) formas de evitar com que a tecnologia reproduza padrões excludentes e de discriminação. Os especialistas defenderam o uso dos programas inteligentes no setor público, mas somente depois de um estudo do impacto social dessas novidades, para coibir a discriminação de grupos vulneráveis, como minorias raciais, crianças, idosos e pessoas com deficiência. Os debatedores lembraram que já houve erros e exclusão no Brasil, por exemplo, na distribuição do auxílio emergencial.
Fonte: Agência Senado
🔥 LEIA TAMBÉM
- Seguro-defeso: Câmara rejeita mudança feita pelo Senado e texto vai à sanção
- Vídeo: Sabatina de Jorge Messias é marcada para 29 de abril
- Profissão de doula é regulamentada em lei
- Vídeo: Novas regras para o seguro-defeso voltam à Câmara
- MP que muda regras do seguro-defeso é alterada no Senado e volta à Câmara
