O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, defendeu nesta segunda-feira (6) uma cultura democrática no país para impedir o retorno do autoritarismo.
As declarações de Fachin ocorreram durante o encerramento de um evento em comemoração aos 37 anos da promulgação da Constituição de 1988.
O presidente afirmou que é preciso sustentar e defender a Constituição brasileira.
“Este tribunal aqui está e aqui estará em 2026 e todos os anos subsequentes para que a constituição impeça o retorno do autoritarismo entre nós. Mas, não basta. Uma constituição resistente nasce não apenas do direito, mas de uma cultura democrática que a sustenta e a defenda”, afirmou.
>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp
- Dia Mundial do Refugiado: pedidos de asilo aumentam 11% no Brasil em 2025
- Moraes autoriza depoimento de Bolsonaro sobre arma apreendida pela PM
- Envolvido em tiroteio na campanha eleitoral de 2022 é preso na Bolívia
- BID anuncia US$ 5,8 bilhões para Aliança Global contra a Fome e a Pobreza
- Mendes vota para manter íntegra da invalidação do marco temporal
Fachin também defendeu a separação “real e equilibrada” dos Três Poderes, a manutenção das Forças Armadas sob a autoridade do poder civil e eleições livres no país.
“A Constituição se mantém não apenas pela força de suas palavras, mas pela consciência de um povo que as reconhece como suas. Memória histórica e vigilância social são o cimento invisível que sustenta a liberdade”, completou.
Na semana passada, Fachin assumiu o cargo de presidente do STF e vai comandar o Poder Judiciário até 2027.
Fonte: Agência Brasil
