Uma parceria entre o governo federal e a Agência das Nações Unidas para Refugiados (Acnur) resultou no lançamento de duas cartilhas que pretendem garantir o acolhimento, no Brasil, de venezuelanos de origem indígena.
O Guia de Referência para o Trabalho Social com a População Indígena Refugiada e Imigrante e o Guia de Proteção Comunitária para Pessoas Indígenas Refugiadas e Migrantes estão disponíveis para download.
As publicações tem por objetivo promover estratégias de integração e atendimento social adequadas à cultura de origem. Para tanto, apresentam conceitos de proteção comunitária, listam direitos e serviços adequados às necessidades destas populações, orientam agentes públicos sobre como trabalhar com as etnias e indicam boas práticas já adotadas por estados e municípios.
Segundo o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, cerca de 6 mil indígenas atravessaram a fronteira com o Brasil, “como consequência da crise social, política e econômica que atinge a Venezuela”.
Entre as etinias estão Warao, Pemon, E’ñepá, Kariña e Wayúu. Ainda de acordo com o ministério, 19 estados recebem refugiados indígenas venezuelanos.
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Fonte: Agência Brasil
