A cidade de São Paulo registrou redução significativa nos casos de dengue no primeiro semestre do ano. Segundo o painel de monitoramento de arboviroses do Ministério da Saúde, em comparação o mesmo período de 2024, a capital teve queda de 90,5% nos casos confirmados. 
Os dados também revelam que a redução dos casos na capital foi maior que a média nacional. A média nacional teve queda de 78,6% em 2025 na comparação com o mesmo período do ano passado.
As doenças causadas por arboviroses têm um padrão sazonal em que a maioria dos casos se concentra no primeiro semestre do ano.
De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, os meses de fevereiro e abril costumam ter maior nível de incidência da doença. Neste período, em 2025, os casos confirmados apresentaram uma baixa considerável.
>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp
- Butantan busca voluntários para teste de vacina da gripe para idosos
- Sessão dos 66 anos de Brasília tem memórias e cobranças pelo BRB-Master
- Moraes determina prisão do último grupo condenado pela trama golpista
- Motta cria comissão para analisar PEC da redução da escala 6X1
- Justiça condena Estado de São Paulo a pagar indenização por tortura de presos
A partir da semana epidemiológica 18 (de 27/04/2025 a 3/05/2025), a cidade começou a apresentar uma redução mais significativa. Desde a semana 14 (de 30/03/2025 a 05/04/2025), quando foram registrados 4.748 casos, o número caiu gradativamente até atingir 509 casos na semana 25 (de 15/06/2025 a 21/06/2025).
Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, os motivos para a diminuição de casos do ano passado para este ano foram as ações de combate contra a doença, que incluem eliminação de criadouros do mosquito Aedes aegypti, visitas domiciliares e campanhas sobre o risco da dengue.
Outra medida essencial são as campanhas de vacinação contra a dengue. Iniciadas em abril de 2024, foram aplicadas 628.286 doses de vacina em todo o país. A cobertura vacinal foi de 61,95% para a primeira dose e 33,18% para a segunda.
A vacinação está disponível para adolescentes de 10 a 14 anos em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBSs), de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h.
*Estagiário sob supervisão de Eduardo Luiz Correia
Fonte: Agência Brasil
